Moradores dos bairros São Cosme e Damião ganham nesta sexta-feira a Praça “Helena Maria Arena dos Santos”, entre a Rua Caiapós e Avenida Anastácio Lasso
Com a presença de autoridades e familiares da homenageada, a Praça “Helena Maria Arena dos Santos” será inaugurada no início da noite desta sexta-feira, dia 27, no trecho entre a rua Caiapós e avenida Anastácio Lasso, nos bairros São Cosme e Damião. O evento faz parte do calendário de inaugurações em comemoração aos 73 anos da cidade, e terá início às 18 horas.
O cerimonial de inauguração contará com a presença do prefeito Junior Marão, o presidente da Câmara, Osvaldo Carvalho, o secretário de Obras e Habitação, Josneimar Freitas, do vereador Emerson do Conselho Tutelar, autor da propositura de denominação da praça e dos familiares da trabalhadora rural Helena Maria Arena dos Santos.
A inauguração deverá ser prestigiada por moradores e autoridades do município, dentre as quais secretários e vereadores, e será abrilhantada pela Corporação Musical “Zequinha de Abreu”. Foram investidos aproximadamente R$ 210 mil na construção da praça, por meio de parceria da prefeitura com o Governo Federal. A obra contempla calçamento, paisagismo, sistema elétrico e de iluminação e implantação de bancos, quiosque e lixeiras.
A homenageada
Helena Maria Arena dos Santos, nasceu aos 23 dias do mês de dezembro de 1956, em Tanabi, filha de Orlando Arena e Maria aparecida Silveira Arena. Mudou-se para Votuporanga em 1968, fixando residência no bairro São Cosme e Damião, numa época em que existiam pouquíssimas casas. Trabalhadora rural e micro empreendedora, casou-se, em 1979, com o Sr. Dimas Francisco dos Santos. Teve 9 filhos, mas dois faleceram antes do nascimento. Os 7 filhos que sobreviveram, Graciela, Fabiana, Anderson, Jefferson, Jakson, Jéssica e Vitória, lhes deram seis netos.
Ela residiu no bairro durante 41 anos, até que, no dia 14 de abril de 2009, quando contava com 52 anos de idade, foi vítima de um trágico acidente de trânsito na Avenida João Gonçalves Leite, tendo sido atropelada por um automóvel enquanto trabalhava, recolhendo materiais de reciclagem. Dona Helena, ao lado do marido, era muito querida por toda a comunidade, que reconhecia nela uma mulher lutadora, mãe exemplar e avó amorosa.