Durante a visita nas casas, os agentes do Secez oferecem orientações de prevenção e combate à proliferação do mosquito transmissor
O trabalho contra a dengue em Votuporanga tem sido intensificado nos últimos meses por causa do período de chuvas, quando o mosquito transmissor da doença se prolifera com mais facilidade. O Setor de Controle de Endemias e Zoonoses (Secez) recebeu novos agentes no reforço da equipe de trabalho e tem atuado em novas frentes para a varredura de criadouros em toda a cidade.
No entanto, para que o serviço tenha resultado, a equipe do Secez faz um alerta à população. “É preciso que o morador receba o agente em sua casa e permita a visita. Só assim poderemos fazer o trabalho com sucesso. O agente é um profissional capacitado que consegue identificar possíveis criadouros e orientar o morador sobre a melhor forma de lidar com isso”, destaca a Secretária de Saúde, Fabiana Parma.
A luta de Votuporanga contra a dengue foi intensificada desde outubro, quando a Secretaria de Saúde fez um amplo trabalho de varredura dos criadouros do mosquito em mais de 12 mil imóveis e reforçou a equipe de agentes com a contratação de 16 novos profissionais para a equipe do Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses) que trabalha durante todo o ano no combate à Dengue e outros vetores.
Durante a visita nas casas, os agentes do Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses), oferecem orientações de prevenção e combate à proliferação do mosquito transmissor, além de eliminar possíveis criadouros. O trabalho foi intensificado em outubro por ser considerado período que antecede às chuvas e, consequentemente, de maior incidência da doença. A mega operação visitou residências e estabelecimentos comerciais localizados em regiões mais críticas da cidade, ou seja, com maior número de casos da dengue, e também redobrou o trabalho para entrada em casas fechadas.
“Muitos de nós, população, alimentamos a epidemia quando negligenciamos os criadouros que temos em casa: pratos de vasos, vasilhas de água para animais, aquela garrafa reciclável que você não jogou fora adequadamente. A mobilização social e a participação comunitária são indispensáveis para responder de forma adequada a um vetor altamente domiciliado”, destaca a responsável pelo setor de Informação, Educação e Comunicação do Secez, Viviane Ferrarezi
Além da varredura, nesta época do ano, o Secez promove campanhas educativas nas escolas, com alunos e familiares, e ainda desenvolve gincanas para coleta de criadouros e intensifica a divulgação da doença em meios de comunicação.