Programa Melhor Caminho é apresentado aos proprietários rurais lindeiros à estrada boiadeira VTG 287
A execução do Programa Melhor Caminho na estrada boiadeira VTG 287, no trecho entre Vila Carvalho (rodovia Péricles Bellini) e vicinal Adriano Pedro Assi, foi tema de reunião promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e proprietários lindeiros à estrada. O encontro aconteceu no auditório da CATI na manhã da última quarta-feira (11/11) e contou com a presença do agrônomo Henrique Carlos M. Fraga, da CODASP – Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo, que fez explanação do programa.
Segundo o secretário Diogo Mendes Vicentini, “o Dr. Fraga explicou aos proprietários que para o programa Melhor Caminho ser executado naquela estrada, é necessária a anuência da maioria dos lindeiros, já que a implantação prevê o abatimento de barrancos, construção de bacias de captação e/ou semiterraços, bem como erradicação de árvores, com autorização da CETESB, e outros serviços técnicos necessários ao manejo e contenção das águas pluviais”, informa Vicentini.
Diogo lembra que o projeto será desenvolvido numa extensão de oito quilômetros, consumindo recursos na ordem de R$ 800 mil. “O programa, elaborado e executado sob responsabilidade técnica da CODASP, é o resultado do convênio celebrado entre a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado e a Prefeitura de Votuporanga”, recorda o secretário, acrescentando que “o benefício foi fruto do trabalho desenvolvido pelo prefeito Junior Marão junto ao presidente da CODASP, Edinho Araújo, que veio pessoalmente à Votuporanga para anunciar a conquista”.
Na reunião, Diogo falou sobre os benefícios ambientais e a valorização dos imóveis que advirá, após a execução dos trabalhos. “Os proprietários não terão nenhum tipo de custo, ficando o município responsável, a princípio, pela reposição de aproximadamente 40 mil árvores e ainda pelos custos com a hospedagem dos técnicos e funcionários da CODASP, bem como pela recolocação das cercas que margeiam a estrada”.
A maior parte dos proprietários presentes já assinou autorização para a execução dos serviços. De acordo com o secretário do Desenvolvimento Econômico, “os proprietários foram devidamente cientificados das implicações determinadas pela legislação e, caso não concordem com o serviço, deverão fazer uma declaração por escrito, assumindo a responsabilidade pelos danos que possam acarretar”, conclui.