A casa está abrigando 13 pacientes em tratamento e recebe cerca de 20 pessoas por dia que viajam a Barretos para consultas
A Casa de Apoio de Votuporanga instalada em Barretos completa quase três meses de atendimento aos pacientes em tratamento oncológico no Hospital de Câncer. Nesta semana, a coordenadora da casa, Ilza Pontes, reuniu-se com o secretário de Assistência Social, Egmar Marão Alfagali, a presidente do Fundo Social, Juliana Castrequini Marão, e o secretário de Gestão Administrativa, Antonio Robert Rodrigues para falar sobre a situação atual da Casa.
Ela informou que, no momento, a casa está abrigando 13 pacientes em tratamento e recebe cerca de 20 pessoas por dia que viajam a Barretos para consultas. A casa oferece dormitórios com banheiros, sala, cozinha, lavanderia e espaço de convivência. “As pessoas podem cozinhar, ver TV, descansar e trocar informações com outros pacientes. É um espaço para que se sintam acolhidas e confortáveis”, comenta o Secretário.
A presidente do FSS completa que “muitos iam para Barretos e, por terem que ficar em tratamento, não tinham onde dormir ou comer. Essa realidade agora mudou e ficamos felizes por poder atender uma reivindicação tão antiga da população”.
A Casa foi inaugurada no dia 16 de junho, mas já prestava o atendimento desde o início do mês. A cerimônia teve presença do prefeito Junior Marão, da presidente do FSS, Juliana Castrequini Marão, diversos secretários e funcionários municipais, de pacientes e também do Diretor Técnico do Hospital do Câncer Edmundo Carvalho Mauad e o responsável pela captação de recursos do hospital, Luiz Antonio Zardini.
Ilza Pontes informou ainda que houve alteração no telefone para atendimento da Casa. O número passou a ser (17) 3322-9467. A casa atende de segunda à sexta-feira, na avenida Noé Otacílio Ribeiro, 1231, Jardim Soares.
Transporte
A Prefeitura faz o transporte gratuito três vezes por semana (segunda, quarta e sexta) até Barretos de uma média de 40 pessoas que precisam do atendimento. “Alguns pacientes não precisam ficar hospedados aqui porque não passam por um tratamento contínuo, como quimio ou radioterapia. Nestes casos, utilizam a casa para descanso e nas horas da refeição. Os que precisam deste atendimento continuado ficam conosco hospedados na casa recebendo muita atenção e carinho”, destaca Ilza.